Por Eugênio Bucci em 2/2/2010
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“...Volto então a falar, apenas de passagem, das aflições que eu sei que estão por aí a espreitá-los. Entre todas, a mais comentada talvez seja mesmo a decisão judicial que teve enorme repercussão nos nossos cursos: o fim do diploma obrigatório para o exercício da profissão de jornalista.
Não se deixem abater por isso. O diploma específico em jornalismo não é exigido para profissionais de imprensa em democracias de maior tradição que a nossa – de onde vêm, aliás, alguns dos principais ensinamentos do ofício que exercemos.
Não é porque o diploma é obrigatório que a profissão se torna melhor ou pior. São várias as profissões no Brasil que não requerem diplomas específicos. Isso não é um problema em si – e não deve, por um minuto sequer, fazê-los acreditar que o futuro será pior.
O que conta é que vocês se diplomaram, tiveram aulas com grandes professores, e que isso os habilita de forma diferenciada a exercer essa função pública que é a de informar o cidadão e fiscalizar o poder. Há uma imensa estrada aberta para vocês. Não duvidem disso...”
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Íntegra de mensagem do patrono Eugênio Bucci aos formandos em jornalismo da Uniara, em Araraquara (SP) - Observatório da Imprensa – 03/02/10
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Passado imperfeito, faturamento bem-vindo
”O BB completou mesmo 200 anos de existência?
Por Alberto Dines em 14/10/2008*
Foi legítima a publicação em todos os grandes jornais de capas promocionais (pagas em última análise pelo contribuinte), em comemoração ao bicentenário do Banco do Brasil?
Os jornais que publicaram a matéria paga fizeram algum tipo de investigação ou simplesmente alugaram sua página mais nobre para veicular um fato histórico recheado de dúvidas e reticências?
A verdade é que o Banco do Brasil teve várias fundações e refundações. Sua história não é linear como a da imprensa brasileira – que recentemente também completou 200 anos. “
*Leia artigo integral na fonte Observatório da Imprensa
Por Alberto Dines em 14/10/2008*
Foi legítima a publicação em todos os grandes jornais de capas promocionais (pagas em última análise pelo contribuinte), em comemoração ao bicentenário do Banco do Brasil?
Os jornais que publicaram a matéria paga fizeram algum tipo de investigação ou simplesmente alugaram sua página mais nobre para veicular um fato histórico recheado de dúvidas e reticências?
A verdade é que o Banco do Brasil teve várias fundações e refundações. Sua história não é linear como a da imprensa brasileira – que recentemente também completou 200 anos. “
*Leia artigo integral na fonte Observatório da Imprensa
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