Custou 750 mil reais a contratação da KPMG, uma (01-huma) empresa internacional de auditoria.
Essa organização estaria a fazer avaliação do Banestes para sua venda ao Banco do Brasil. Porém, está noticiada (vi em A Gazeta online) a suspensão da operação, algo que muitos consideravam fato consumado.
Então, a parodiar (com todo respeito, naturalmente) ultra-ufanista slogan, 750 mil reais ERAM capixabas, o resto é peixada.
Té logo.
Vou conferir quanto ainda tenho debaixo do colchão.
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terça-feira, 23 de junho de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Moqueca capixaba aguça apetite de investidores
O Banco do Brasil está negociando a compra do Banestes.
Assim, o Banestes, que sempre afirmou ser “um banco capixaba, dos capixabas e para os capixabas”, agora tá com tudo para assumir identidade de um banco do Brasil.
Em polvorosa está o capixabismo também por conta de especulações que, seguindo o caminho do Banestes, a moqueca capixaba passa por negociações.
Pior, comentam à boca miúda, a moqueca capixaba estaria cotada como uma peixada.
Coisas das receitas financeiras.
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Post dedicado ao azeite de dendê e ao leite de coco.
Assim, o Banestes, que sempre afirmou ser “um banco capixaba, dos capixabas e para os capixabas”, agora tá com tudo para assumir identidade de um banco do Brasil.
Em polvorosa está o capixabismo também por conta de especulações que, seguindo o caminho do Banestes, a moqueca capixaba passa por negociações.
Pior, comentam à boca miúda, a moqueca capixaba estaria cotada como uma peixada.
Coisas das receitas financeiras.
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Passado imperfeito, faturamento bem-vindo
”O BB completou mesmo 200 anos de existência?
Por Alberto Dines em 14/10/2008*
Foi legítima a publicação em todos os grandes jornais de capas promocionais (pagas em última análise pelo contribuinte), em comemoração ao bicentenário do Banco do Brasil?
Os jornais que publicaram a matéria paga fizeram algum tipo de investigação ou simplesmente alugaram sua página mais nobre para veicular um fato histórico recheado de dúvidas e reticências?
A verdade é que o Banco do Brasil teve várias fundações e refundações. Sua história não é linear como a da imprensa brasileira – que recentemente também completou 200 anos. “
*Leia artigo integral na fonte Observatório da Imprensa
Por Alberto Dines em 14/10/2008*
Foi legítima a publicação em todos os grandes jornais de capas promocionais (pagas em última análise pelo contribuinte), em comemoração ao bicentenário do Banco do Brasil?
Os jornais que publicaram a matéria paga fizeram algum tipo de investigação ou simplesmente alugaram sua página mais nobre para veicular um fato histórico recheado de dúvidas e reticências?
A verdade é que o Banco do Brasil teve várias fundações e refundações. Sua história não é linear como a da imprensa brasileira – que recentemente também completou 200 anos. “
*Leia artigo integral na fonte Observatório da Imprensa
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