“Um documentário inédito, a ser exibido amanhã à noite no Festival de Cinema de Brasília, contém uma revelação macabra feita por um ex-agente do DOI-Codi, o órgão de inteligência e repressão da ditadura militar: a de que vários de seus inimigos, que se tornaram presos políticos - e cujos nomes passaram a figurar na lista de desaparecidos do regime - tiveram os corpos esquartejados. Um deles, segundo um ex-agente, era o deputado Rubens Paiva...”
“...Chaves é velho conhecido do Grupo Tortura Nunca Mais, do Rio de Janeiro. A presidente da ONG, Cecília Coimbra, disse que... Cabe agora ao governo intimá-lo a depor. Chaves mora em Vila Velha (ES). -disse ela...”
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Matéria integral, com fonte O Globo, na Notícias da Federação Nacional dos Policiais Federais – 18-11-09
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
Barbieri toca livro sobre propaganda capixaba
Recebi por e-mail do publicitário e jornalista Antonio Carlos Barbieri gentil intimação para escrever depoimento a figurar em livro que ele está a organizar.
Barbieri coleta depoimentos de personagens que fizeram – alguns ainda fazem - a história da propaganda capixaba.
Comecei a planejar o que colocar no meu texto.
Talvez, coisas como:
...............
Lá por 77/78, grande construtora capixaba lançava prédio na Praia da Costa, Vila Velha.
Na campanha de lançamento da obra aparecia um casal. Essa é manjada: ela, bela morena a paparicar um lânguido e sorridente belo homem (companheiro, marido, namorado, namorido?) que balançava numa rede chic, enquanto apreciava o manso mar em frente ao seu apê.
O dono da agência onde eu era diretor de arte e redator embicou que o cara da rede seria, tchan, tchan, tchaaaaaannn ...Walmor Chagas, naqueles dias astro da Globo – estrelava ou tinha acabado de estrelar papel na novela Locomotivas.
Argumentei - sou uma anta de tênis - que com o dinheiro do cachê, passagem e estadia do Walmor daria pra pagar algum baita modelo homão capixaba e umas trezentas morenas como figurantes, figurinhas e figuraças, mas, fui voto vencido.
Vindo do Rio, Walmor chegou a Vitória em avião - coisa de rico, à epoca - adentrou a agência com seus arrassadores cabelos brancos e simpatia fulminante, deixou a mulherada febril, os homens rosnando, recebeu seu cachê adiantado - o que obrou muito bem - e foi prum ótimo hotel des-can-sar.
No dia seguinte, posaria para a foto, faria uns dois takes prum VT e gravaria umas cinco palavras que deveriam vender todo o tal prédio em 30 segundos.
ACONTECEU que começou a chover assim que Walmor chegou. Então, tipo em Macondo, choveu, choveu mais e depois muito mais ainda.
Walmor ficou uns cinco dias hospedado no hotelaço até que a chuvarada parou, o sol abriu, a foto foi clicada e o VT gravado.
Saiu a campanha, vendeu muito bem o prédio, mas o cachê - merecido, profissional - e custos extras, devido às chuvas, com o Walmor, se bem me lembro, custou ao opaco operariado da agência uns bons dias de atraso salarial.
Fechou o tempo :>)
..........
Aguarde aí, Barbieri, vou mandar ver.
Barbieri coleta depoimentos de personagens que fizeram – alguns ainda fazem - a história da propaganda capixaba.
Comecei a planejar o que colocar no meu texto.
Talvez, coisas como:
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Lá por 77/78, grande construtora capixaba lançava prédio na Praia da Costa, Vila Velha.
Na campanha de lançamento da obra aparecia um casal. Essa é manjada: ela, bela morena a paparicar um lânguido e sorridente belo homem (companheiro, marido, namorado, namorido?) que balançava numa rede chic, enquanto apreciava o manso mar em frente ao seu apê.
O dono da agência onde eu era diretor de arte e redator embicou que o cara da rede seria, tchan, tchan, tchaaaaaannn ...Walmor Chagas, naqueles dias astro da Globo – estrelava ou tinha acabado de estrelar papel na novela Locomotivas.
Argumentei - sou uma anta de tênis - que com o dinheiro do cachê, passagem e estadia do Walmor daria pra pagar algum baita modelo homão capixaba e umas trezentas morenas como figurantes, figurinhas e figuraças, mas, fui voto vencido.
Vindo do Rio, Walmor chegou a Vitória em avião - coisa de rico, à epoca - adentrou a agência com seus arrassadores cabelos brancos e simpatia fulminante, deixou a mulherada febril, os homens rosnando, recebeu seu cachê adiantado - o que obrou muito bem - e foi prum ótimo hotel des-can-sar.
No dia seguinte, posaria para a foto, faria uns dois takes prum VT e gravaria umas cinco palavras que deveriam vender todo o tal prédio em 30 segundos.
ACONTECEU que começou a chover assim que Walmor chegou. Então, tipo em Macondo, choveu, choveu mais e depois muito mais ainda.
Walmor ficou uns cinco dias hospedado no hotelaço até que a chuvarada parou, o sol abriu, a foto foi clicada e o VT gravado.
Saiu a campanha, vendeu muito bem o prédio, mas o cachê - merecido, profissional - e custos extras, devido às chuvas, com o Walmor, se bem me lembro, custou ao opaco operariado da agência uns bons dias de atraso salarial.
Fechou o tempo :>)
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Aguarde aí, Barbieri, vou mandar ver.
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Macrodrenagem global. Obras em Vila Velha inundam Veneza.
Cientistas hidrológicos e políticos especulam seriamente que as transbordantes obras de macrodrenagem em Vila Velha, no Espírito Santo, seriam as responsáveis pelas enchentes em Veneza.
Coihorrorosa.
Coihorrorosa.
sábado, 6 de setembro de 2008
Padrão de beleza da C&A resulta em pagamento de indenização a trabalhadora
A rede C&Ae teve este ano suspensa sua campanha publicitária "Papai e Mamãe,não", para o Dia dos Namorados.
A campanha, com peças distribuídas indiscriminadamente, inclusive ao livre alcance de crianças, usva, entre outros, impressos com posições sexuais do kamasutra.
Agora, aparece a C&A a despedir uma trabalhadora que era considerada "feia" pela empresa.
Prazer em conhecer, C&A!
O texto abaixo é da Revista Consultor Consultor Jurídico:
C&A é condenada por demitir funcionária considerada velha
Uma trabalhadora deve receber indenização de R$ 30 mil das lojas C&A por danos morais, pois foi demitida porque era considerada feia e velha para os padrões estéticos da empresa. A decisão é da 7ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho.
“Ela era bonita do pescoço para cima, e do pescoço para baixo era feia.” Essa foi uma das frases ditas à trabalhadora pelo chefe de vendas de uma loja de Curitiba. Ela entrou na Justiça por se sentir humilhada e ultrajada. Segundo ela, a sua demissão aconteceu em função da idade e por critérios relacionados à aparência física. A trabalhadora foi contratada como vendedora aos 28 anos e demitida aos 38 anos.
Por meio de testemunhas que confirmaram a discriminação, o juiz da 9ª Vara do Trabalho de Curitiba determinou o pagamento de R$ 30 mil. A decisão foi confirmada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR).
Uma das testemunhas afirmou que o chefe costumava falar para a autora da ação “se espelhar” em outra funcionária, “uma menina novinha”. Outro depoimento dava conta de que, além de preconceituosos, os chefes diziam frases como “a gente tem muitos dinossauros”.
A atitude estimulava o comportamento das mais jovens, que a provocavam: “eu sou jovem, sou bonita, meu chefe me acha o máximo”. Segundo as testemunhas, a partir dos 22 anos as moças já eram encaradas como idosas.
Além do valor da indenização, a C&A contestou argumentando a ocorrência de afronta a dispositivos constitucionais. Apresentou como argumento decisão contrária em um processo parecido.
No TST, o ministro Guilherme Caputo Bastos, relator, negou o recurso por entender correta a decisão do TRT, considerando que não foram atendidos os pressupostos exigidos para a admissão do Recurso de Revista. Para Caputo Bastos, ficou demonstrado que o valor da indenização foi arbitrado segundo os fatos apresentados nos autos e atendem ao princípio da razoabilidade, tendo em vista que não há, no Brasil, regra legal estabelecendo critérios objetivos.
Durante a votação do processo no TST, o presidente da Turma, ministro Ives Gandra Martins Filho, considerou importante destacar o teor da decisão do TRT, transcrito no voto do relator. Em seus fundamentos, o TRT considerou o duplo objetivo da indenização — de compensar os danos morais da trabalhadora e de penalizar o infrator.
AIRR 17129/2000-009-09-40.8”
Fonte: Revista Consultor Jurídico, 5 de setembro de 2008
A campanha, com peças distribuídas indiscriminadamente, inclusive ao livre alcance de crianças, usva, entre outros, impressos com posições sexuais do kamasutra.
Agora, aparece a C&A a despedir uma trabalhadora que era considerada "feia" pela empresa.
Prazer em conhecer, C&A!
O texto abaixo é da Revista Consultor Consultor Jurídico:
C&A é condenada por demitir funcionária considerada velha
Uma trabalhadora deve receber indenização de R$ 30 mil das lojas C&A por danos morais, pois foi demitida porque era considerada feia e velha para os padrões estéticos da empresa. A decisão é da 7ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho.
“Ela era bonita do pescoço para cima, e do pescoço para baixo era feia.” Essa foi uma das frases ditas à trabalhadora pelo chefe de vendas de uma loja de Curitiba. Ela entrou na Justiça por se sentir humilhada e ultrajada. Segundo ela, a sua demissão aconteceu em função da idade e por critérios relacionados à aparência física. A trabalhadora foi contratada como vendedora aos 28 anos e demitida aos 38 anos.
Por meio de testemunhas que confirmaram a discriminação, o juiz da 9ª Vara do Trabalho de Curitiba determinou o pagamento de R$ 30 mil. A decisão foi confirmada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR).
Uma das testemunhas afirmou que o chefe costumava falar para a autora da ação “se espelhar” em outra funcionária, “uma menina novinha”. Outro depoimento dava conta de que, além de preconceituosos, os chefes diziam frases como “a gente tem muitos dinossauros”.
A atitude estimulava o comportamento das mais jovens, que a provocavam: “eu sou jovem, sou bonita, meu chefe me acha o máximo”. Segundo as testemunhas, a partir dos 22 anos as moças já eram encaradas como idosas.
Além do valor da indenização, a C&A contestou argumentando a ocorrência de afronta a dispositivos constitucionais. Apresentou como argumento decisão contrária em um processo parecido.
No TST, o ministro Guilherme Caputo Bastos, relator, negou o recurso por entender correta a decisão do TRT, considerando que não foram atendidos os pressupostos exigidos para a admissão do Recurso de Revista. Para Caputo Bastos, ficou demonstrado que o valor da indenização foi arbitrado segundo os fatos apresentados nos autos e atendem ao princípio da razoabilidade, tendo em vista que não há, no Brasil, regra legal estabelecendo critérios objetivos.
Durante a votação do processo no TST, o presidente da Turma, ministro Ives Gandra Martins Filho, considerou importante destacar o teor da decisão do TRT, transcrito no voto do relator. Em seus fundamentos, o TRT considerou o duplo objetivo da indenização — de compensar os danos morais da trabalhadora e de penalizar o infrator.
AIRR 17129/2000-009-09-40.8”
Fonte: Revista Consultor Jurídico, 5 de setembro de 2008
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domingo, 6 de janeiro de 2008
Brasil poderá seguir exemplo do Egito e cobrar por uso de imagem de obras faraônicas
Pocou hoje e informação, com base em material da France Press, que o Egito quer cobrar, em todo o mundo e circunstâncias, pelo uso das imagens das pirâmides. E de outras obras faraônicas, é claro.
A respeito, entrevistamos um camelo que pediu para não ser identificado e disse, apenas.
- Não tenho absolutamente nada com isso. Aliás, estou seco.
Já o diretor do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, Zahi Hawass, diz que a medida é necessária “para pagar pela manutenção do enorme número de obras faraônicas do país”.
A lei – egípcia, naturalmente – tem boas chances de aprovação e terá validade “para todos os países do mundo”.
Não está esclarecido como os camelos, ou melhor, as autoridades egípcias vão zelar pela aplicação da lei faraônica.
DEM lembra seus faraós e quer novo imposto
Correm boatos que o PFL, embalsamado para a eternidade com o nome DEM, executor de algumas das mais espetaculares obras faraônicas do planeta, vai querer lei que, para contrabalançar o fim do CPMF, deverá cobrar pela exibição das imagens das nossas obras faraônicas. Algumas, é um espanto, nem visíveis.
Ocorreriam, claro, discussões, acaloradas como os desertos egípcios, para julgar o que é ou não faraônico no Brasil.
É aguardado um pronunciamento tumular de Mário Andreazza.
Informante deste blog adiantou que o DEM está diante de forte reação da bancada evangélica para denominar o novo imposto de IFODA – Imposto Faraônico da Oposição Democrática Apatetada. O IFODA terá sido idéia original do PSDB, atualmente em período de “entrou areia”.
Que coisa.
Faraós no Espírito Santo
Entrevistamos um forte candidato à obra faraônica no Espírito Santo, o Calçadão de Camburi, em Vitória.
Submetido a mais uma secular reforma, murmura, fervoroso, o calçadão:
- Nesse momento, eu sou um areião, só. Mas, se o PT quiser, ainda vou acabar faraônico. Vida eterna ao Faraó.
Já as obras de macrodrenagem em Vila Velha informaram que não querem ser consideradas faraônicas. Até porque, dizem as incompreendidas obras faraônicas do município canela verde, “o visível aqui não é areia nem pedra, é tudo por água abaixo, mesmo”.
No final, é como dizia, há milênios, a Baby Consuelo:
- Rá.
A respeito, entrevistamos um camelo que pediu para não ser identificado e disse, apenas.
- Não tenho absolutamente nada com isso. Aliás, estou seco.
Já o diretor do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, Zahi Hawass, diz que a medida é necessária “para pagar pela manutenção do enorme número de obras faraônicas do país”.
A lei – egípcia, naturalmente – tem boas chances de aprovação e terá validade “para todos os países do mundo”.
Não está esclarecido como os camelos, ou melhor, as autoridades egípcias vão zelar pela aplicação da lei faraônica.
DEM lembra seus faraós e quer novo imposto
Correm boatos que o PFL, embalsamado para a eternidade com o nome DEM, executor de algumas das mais espetaculares obras faraônicas do planeta, vai querer lei que, para contrabalançar o fim do CPMF, deverá cobrar pela exibição das imagens das nossas obras faraônicas. Algumas, é um espanto, nem visíveis.
Ocorreriam, claro, discussões, acaloradas como os desertos egípcios, para julgar o que é ou não faraônico no Brasil.
É aguardado um pronunciamento tumular de Mário Andreazza.
Informante deste blog adiantou que o DEM está diante de forte reação da bancada evangélica para denominar o novo imposto de IFODA – Imposto Faraônico da Oposição Democrática Apatetada. O IFODA terá sido idéia original do PSDB, atualmente em período de “entrou areia”.
Que coisa.
Faraós no Espírito Santo
Entrevistamos um forte candidato à obra faraônica no Espírito Santo, o Calçadão de Camburi, em Vitória.
Submetido a mais uma secular reforma, murmura, fervoroso, o calçadão:
- Nesse momento, eu sou um areião, só. Mas, se o PT quiser, ainda vou acabar faraônico. Vida eterna ao Faraó.
Já as obras de macrodrenagem em Vila Velha informaram que não querem ser consideradas faraônicas. Até porque, dizem as incompreendidas obras faraônicas do município canela verde, “o visível aqui não é areia nem pedra, é tudo por água abaixo, mesmo”.
No final, é como dizia, há milênios, a Baby Consuelo:
- Rá.
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