Mostrando postagens com marcador paranóia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador paranóia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Liberdade para sucessoras da Rádio Paranóia

O “repique” da matéria (um trecho) abaixo é dedicado a Joaquim Silva, o popular Quincas, de Vitória, ES.

Hoje respeitado advogado e produtor de frango caipira orgânico, Joaquim, quando era muito mais Quincas, “botou no ar”, nos tempos ditatoriais brasileiros, a muito legal “ilegal” ”Rádio Paranóia”.

Os órgãos responsáveis pela moral e bons costumes de sempre localizaram a emissora. A Rádio Paranóia, que cabia numa caixa de sapatos, teve encerrada sua inexcedível perigosíssima programação.

Pois eis que a mídia comunitária e suas rádios poderão estar, breve, livres de qualquer nóia. Leia porque a seguir.

Saúde, Quincas!
-----------------------
“...Foi publicada na quinta-feira (15/1) no Diário Oficial da União mensagem do Executivo ao Congresso Nacional enviando projeto de lei (PL) que visa descriminalizar o ato de operar serviço de radiodifusão sem autorização do poder concedente.
A iniciativa responde a uma das históricas demandas dos ativistas da mídia comunitária. A perseguição dos órgãos reguladores e da polícia às rádios comunitárias é uma das principais reclamações das entidades representativas do setor, que inclusive denunciam um acirramento desta ao longo do governo Lula...”

-----------------------
Matéria integral na fonte: Observatório da Imprensa - 21-01-09

quinta-feira, 22 de março de 2007

Eta nóis

Recebi e-mail com a seguinte sacada, como "Frase do dia":
"Se Bush queria saber tudo sobre álcool, procurou o presidente certo!
Hahahahahahahaha"


Respondi ao remetente:

"Amigo:

Bush, registradamente ex-alcoólatra, já foi classificado, por especialistas médicos, como dry drunk.
Expressão que, numa tradução livre, dá algo como "bêbado seco".
O "ex-alcoólatra" é discutível, há quem afirme que uma vez alcoólatra, sempre alcoólatra.

Dry drunk é quem, após ter abandonado o alcoól que ingeriu MUITO, em certos momentos apresenta, mesmo sóbrio, comportamento semelhante ao de alguém embriagado.
Impulsividade, arrogância, megalomania, egoísmo, agressividade, sensação de poder divino, de protetor dos injustiçados, paranóia, aparece tudo em alto grau.
Bota grau nisso.

Então, cunhar frase sobre a visita do Bush citando apenas o amor de Lula - que ele não faz muita questão de esconder - por uma pinga, é algo injusto.
E muito complacente com o bushão de canhão.

Espalhe essa outra frase, imparcial, que fiz hoje, logo após receber seu e-mail:

Eta nóis: com o álcool que Lula e Bush já consumiram, dá pra botar fogo no mundo!

Tome uma por mim."
 
Site Meter