Hoje, por volta das 18 horas e por cerca de, no minimo, 30 minutos, apagaralhou-se o norte do Rio de Janeiro e todo o Espírito Santo.
Em consulta à minha monumental hemeroteca, vi que D. Dilma Roussef já garantiu que não mais aconteceriam no Brasil apagões devido a oferta insuficiente de enegia elétrica.
Então, meu clarividente senso energético-meteorológico adianta para o penumbraado público que o apagão de hoje, é quaaaaase certo, terá sido causado por um raio.
Raio que terá caído nalguma torre ou linha de alta tensão, infelizmente localizada em local de difícil acesso para manutenção. Algo assim.
Raios são coisas muito perigosas mas servem para explicações muito fulminantes, também.
Vamos aguardar o raio das Minas e Energia, digo, o que diz o Ministério das Minas e Energia sobre o apagão de hoje.
Se não disserem que foi um raio, será, provavelmente, apenas para me contradizer.
Uma clara perseguição.
Post dedicado a Eugenio Buery
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
sábado, 22 de setembro de 2007
Governo terá de quebrar sigilo sobre Guerrilha do Araguaia
"Familiares de mortos e desaparecidos conquistaram o direito de saber o que aconteceu com seus parentes
Agência Brasil
BRASÍLIA - Após 25 anos lutando na Justiça, os familiares dos guerrilheiros mortos e desaparecidos durante a Guerrilha do Araguaia conquistaram o direito de saber o que de fato pode ter acontecido com seus parentes. Nesta quinta-feira, 20, foi publicada no Diário da Justiça a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre o recurso da União, apresentado contra a decisão anterior do Tribunal Regional Federal (TRF).
Com a publicação da sentença, quase três meses após o STJ ter julgado o caso, a União terá de quebrar o sigilo das informações militares que tratam das operações de combate à guerrilha. Também terá de, no prazo de 120 dias, informar o local onde estão sepultados os restos mortais dos guerrilheiros, proceder o traslado e o sepultamento das ossadas em locais indicados pelos familiares e, por fim, determinar que as Forças Armadas intimem a depor todos os militares que participaram do episódio.
Em 26 de junho, quando julgou o recurso contrário à decisão da juíza Solange Salgado, do TRF, o ministro Teori Albino Zavascki, do STJ, manteve a sentença de primeira instância, que havia sido proferida em 10 de junho de 2003.
Em seu voto, Zavascki avaliou que "embora já distante no tempo como fato histórico - que se pode ter por superado, inclusive pela pacificação nacional decorrente do processo de anistia - esse episódio deixou feridas de natureza pessoal aos familiares dos envolvidos que precisam ser de alguma forma cicatrizadas definitivamente".
Ao recorrer da sentença do TRF, a União alegou que quando os familiares dos guerrilheiros propuseram a ação, em 1982, "estávamos, sob as restrições de um regime de exceção, o que condicionava o procedimento de seus defensores e opositores, limitando também a atuação das instituições e de seus agentes". Já em 2003, época da primeira decisão, Forças Armadas e Poder Civil já não se opunham. "Não há mais lugar para o desconhecimento ou a sonegação dos fatos históricos [...] Impõem-se, assim, em clima de serenidade e equilíbrio, ao serem reconhecidos os legítimos direitos dos familiares dos mortos e desaparecidos no conflito - hoje página incontroversa da nossa História - assim proceder sem reabrir feridas e recriar divisões que o processo democrático superou", afirmava a União.
Em seu voto, o ministro Zavascki afirmou que a manifestação da União representou um verdadeiro reconhecimento de que o pedido dos familiares era "procedente".
A Agência Brasil procurou a Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH), mas a assessoria da secretaria preferiu não se manifestar até o secretário Paulo Vanucchi, único a responder sobre o tema, retornar de São Paulo, onde participaria de um evento oficial. O Ministério da Defesa também não respondeu à reportagem até a publicação da matéria.”
Fonte: Agência Brasil - 21-09-07, 19h46
Agência Brasil
BRASÍLIA - Após 25 anos lutando na Justiça, os familiares dos guerrilheiros mortos e desaparecidos durante a Guerrilha do Araguaia conquistaram o direito de saber o que de fato pode ter acontecido com seus parentes. Nesta quinta-feira, 20, foi publicada no Diário da Justiça a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre o recurso da União, apresentado contra a decisão anterior do Tribunal Regional Federal (TRF).
Com a publicação da sentença, quase três meses após o STJ ter julgado o caso, a União terá de quebrar o sigilo das informações militares que tratam das operações de combate à guerrilha. Também terá de, no prazo de 120 dias, informar o local onde estão sepultados os restos mortais dos guerrilheiros, proceder o traslado e o sepultamento das ossadas em locais indicados pelos familiares e, por fim, determinar que as Forças Armadas intimem a depor todos os militares que participaram do episódio.
Em 26 de junho, quando julgou o recurso contrário à decisão da juíza Solange Salgado, do TRF, o ministro Teori Albino Zavascki, do STJ, manteve a sentença de primeira instância, que havia sido proferida em 10 de junho de 2003.
Em seu voto, Zavascki avaliou que "embora já distante no tempo como fato histórico - que se pode ter por superado, inclusive pela pacificação nacional decorrente do processo de anistia - esse episódio deixou feridas de natureza pessoal aos familiares dos envolvidos que precisam ser de alguma forma cicatrizadas definitivamente".
Ao recorrer da sentença do TRF, a União alegou que quando os familiares dos guerrilheiros propuseram a ação, em 1982, "estávamos, sob as restrições de um regime de exceção, o que condicionava o procedimento de seus defensores e opositores, limitando também a atuação das instituições e de seus agentes". Já em 2003, época da primeira decisão, Forças Armadas e Poder Civil já não se opunham. "Não há mais lugar para o desconhecimento ou a sonegação dos fatos históricos [...] Impõem-se, assim, em clima de serenidade e equilíbrio, ao serem reconhecidos os legítimos direitos dos familiares dos mortos e desaparecidos no conflito - hoje página incontroversa da nossa História - assim proceder sem reabrir feridas e recriar divisões que o processo democrático superou", afirmava a União.
Em seu voto, o ministro Zavascki afirmou que a manifestação da União representou um verdadeiro reconhecimento de que o pedido dos familiares era "procedente".
A Agência Brasil procurou a Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH), mas a assessoria da secretaria preferiu não se manifestar até o secretário Paulo Vanucchi, único a responder sobre o tema, retornar de São Paulo, onde participaria de um evento oficial. O Ministério da Defesa também não respondeu à reportagem até a publicação da matéria.”
Fonte: Agência Brasil - 21-09-07, 19h46
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quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Sábado, 22 de setembro, o Dia sem Carro
“O Dia sem Carro (22 de setembro) é o dia de combater a poluição do ar e a emissão excessiva de gases de efeito estufa. Para isso, a data visa a conscientização das pessoas sobre como é importante transitar menos de carro. É movendo-se de ônibus, metrô ou trem, a pé ou de bicicleta, que todos podem contribuir.
Além do mais, é preciso haver investimentos em transporte coletivo de boa qualidade, mais eficiente e barato, e a criação de políticas públicas para o setor. Estimular as formas não-motorizadas de locomoção também é fundamental.
O primeiro Dia sem Carro foi realizado na França em 1998. Desde então, a mobilização se estendeu a vários países, chegando ao Brasil em 2001.
Em 2005, cerca de 43 municípios participaram, como São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Salvador, entre outros. Aqui, o setor de transporte é responsável por quase a metade do consumo de petróleo no país, na forma de diesel e de gasolina. É também a principal fonte de gás carbônico nas maiores cidades brasileiras.
Além disso, a combustão de derivados de petróleo provoca sérios danos à saúde, e é a maior responsável pelas emissões de gases de efeito estufa no mundo, contribuindo para o aquecimento global. Cidades modificadas para comportar mais e mais carros e menor convivência entre as pessoas também são resultados dessa "cultura do carro".
Se você tem um carro, também pode contribuir para minimizar a poluição do ar e as mudanças climáticas levando seu veículo regularmente para a revisão e mantendo-o sempre em ordem. Na hora de abastecer, priorize o álcool e o biodiesel, quando viável. Esses combustíveis emitem menos gases poluentes na atmosfera.
Mas no dia 22 de setembro, e sempre que possível, deixe seu carro na garagem. Vá de ônibus, trem ou metrô, a pé ou de bicicleta, ou incentive a carona solidária.
Junte-se ao Idec na luta por um transporte público de qualidade. Clique aqui e envie uma mensagem para as autoridades responsáveis exigindo a adoção de políticas públicas para o setor.
Seja um consumidor responsável:
- Busque formas alternativas de transporte: ande a pé ou de bicicleta, utilize o transporte público, pegue carona com amigos.
- Leve seu carro para a revisão periodicamente.
- Priorize o álcool e o biodiesel (sustentável!) na hora de abastecer, quando possível.
- Exija a criação de ciclovias seguras.”
Fonte:Idec - 04/09/-7
Além do mais, é preciso haver investimentos em transporte coletivo de boa qualidade, mais eficiente e barato, e a criação de políticas públicas para o setor. Estimular as formas não-motorizadas de locomoção também é fundamental.
O primeiro Dia sem Carro foi realizado na França em 1998. Desde então, a mobilização se estendeu a vários países, chegando ao Brasil em 2001.
Em 2005, cerca de 43 municípios participaram, como São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Salvador, entre outros. Aqui, o setor de transporte é responsável por quase a metade do consumo de petróleo no país, na forma de diesel e de gasolina. É também a principal fonte de gás carbônico nas maiores cidades brasileiras.
Além disso, a combustão de derivados de petróleo provoca sérios danos à saúde, e é a maior responsável pelas emissões de gases de efeito estufa no mundo, contribuindo para o aquecimento global. Cidades modificadas para comportar mais e mais carros e menor convivência entre as pessoas também são resultados dessa "cultura do carro".
Se você tem um carro, também pode contribuir para minimizar a poluição do ar e as mudanças climáticas levando seu veículo regularmente para a revisão e mantendo-o sempre em ordem. Na hora de abastecer, priorize o álcool e o biodiesel, quando viável. Esses combustíveis emitem menos gases poluentes na atmosfera.
Mas no dia 22 de setembro, e sempre que possível, deixe seu carro na garagem. Vá de ônibus, trem ou metrô, a pé ou de bicicleta, ou incentive a carona solidária.
Junte-se ao Idec na luta por um transporte público de qualidade. Clique aqui e envie uma mensagem para as autoridades responsáveis exigindo a adoção de políticas públicas para o setor.
Seja um consumidor responsável:
- Busque formas alternativas de transporte: ande a pé ou de bicicleta, utilize o transporte público, pegue carona com amigos.
- Leve seu carro para a revisão periodicamente.
- Priorize o álcool e o biodiesel (sustentável!) na hora de abastecer, quando possível.
- Exija a criação de ciclovias seguras.”
Fonte:Idec - 04/09/-7
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